ALDEIA MARACANÃ: A RESISTÊNCIA É PACÍFICA

Tropa de Choque da Polícia Militar, sem mandato judicial, cerca a Aldeia Maracanã. Indíos e outros militantes dos movimentos sociais prometem ristência pacífica.
Nas primeiras hora da manhã deste sábado, dia 12, diversos policias do Batalhão de Choque da Polícia Militar cercaram o Centro Cultural Indígena, a Aldeia Maracanã, local que funcionou o Museu do Índio. A operação tem a finalidade de desapropriar o lugar para a realização de obras para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

O prédio, hoje em disputa, abrigou no ano de 1953 a cultura indígena do Brasil, primeiro com o Museu do Índio, que transferido para a zona sul do Rio na década de 1970; e posteriormente, no ano de 2006 com a Aldeia Maracanã, centro cultural que abriga diversos indígenas que chegam ao Rio de Janeiro.

Nesse momento, diferentes movimentos sociais e meios de comunicação alternativos estão no local com o propósito de apoiar a luta dos integrantes do espaço. Esses meios também cumprem a importante função de desmentir a mídia corporativa, que de forma irresponsável afirma que os índios encontram-se armados para resistir à invasão da polícia. Segundo Carlos Tukano, cacique da Aldeia, a resistência se dará de forma pacífica.

A TV Memória Latina presta aqui todo o apoio aos índios da Aldeia Maracanã e, cumprindo nossa função de informar à sociedade sobre os verdadeiros fatos, continuará junto na resistência pacífica.

ALDEIA MARACANÃ: LA RESISTENCIA ES PACÍFICA

En las primeras horas de la madrugada de este sábado, un batallón de choque de la Policía Militar de la Ciudad de Rio de Janeiro cercó el Centro Cultural Indigena, Aldeia de Maracanã, antiguo Museo del Indio. El operativo tiene como finalidad desapropiar el lugar, para la realización de obras para la Copa Mundial de Fútbol del 2014 y Olimpiadas del 2016, propuesta elevada por el Gobernador Sérgio Cabral.

Dicho predio, hoy en disputa, albergo desde el año 1953 la cultura indígena del Brasil, primero con el Museo del Indio, el cual fue traslado en la década del 70; y posteriormente, en el año 2006 con la Aldeia de Maracã, Centro Cultural y refugio de los indígenas que llegan a la ciudad de Rio de Janeiro.

Hasta el lugar, han llegado diferentes movimientos sociales y medios de comunicación alternativos con el fin, de desmentir informaciones en las que aseguran que los indígenas se encuentran armados y con disposición de tener un enfrentamiento con la policía. Carlos Tukano, Cacique de la Aldeia, señaló que el movimiento rechaza cualquier tipo de enfrentamiento y espera dialogar con el Gobierno. Una bandera blanca y otra de Brasil flamean en lo alto de la Aldeia reafirmando su conducta de lucha.

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4 Respostas para “ALDEIA MARACANÃ: A RESISTÊNCIA É PACÍFICA

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