“FEMINISMO EM MARCHA PARA MUDAR O MUNDO”

Nos dias 25 a 31 de agosto na cidade de São Paulo, o 9º Encontro Internacional da Marcha Mundial das Mulheres discutirá a atual conjuntura do feminismo na América Latina.

Via Brasil de Fato

Entre os dias 25 e 31 de agosto, o Brasil sediará, pela primeira vez, o Encontro Internacional da Marcha Mundial das Mulheres. Com o tema “Feminismo em Marcha para Mudar o Mundo”, a 9ª edição do encontro pretende reunir ativistas feministas de cerca de 40 países em uma maratona intensa de debates, oficinas e atividades culturais no Memorial da América Latina, em São Paulo.

O combate ao machismo, a autonomia sobre o corpo e a auto-organização das mulheres estão entre alguns dos temas que serão debatidos entre mais de mil ativistas que devem comparecer ao encontro. No último dia (31), as mulheres realizarão uma grande mobilização nas ruas da capital paulista.

A Marcha, realizada a cada dois anos, já foi sediada em países como Quebec, Índia, Uganda, China e Peru. “Este encontro tem vários sentidos para nós. Ele, por exemplo, encerrará o mandato do Brasil na frente do secretariado internacional da Marcha”, comenta Nalu Faria, coordenadora na Marcha e da Sempreviva Organização Feminista (SOF), em São Paulo.

Entre as propostas da Marcha também está a promoção de um intercâmbio entre as experiências da luta feminista em vários países pelo mundo. Segundo Nalu, é um momento de explicar melhor o que é o processo na América Latina, já que nos países em que a Marcha está organizada há uma ideia de que aqui se vive uma conjuntura diferente dos outros continentes, com a possibilidade de construir uma alternativa para os desafios do feminismo.

“O Brasil – que viveu estas mobilizações tão emblemáticas – coloca para nós dos movimentos sociais em geral, e para nós do feminismo e da Marcha, em particular, que devemos pensar realmente o que são os desafios dessa conjuntura para que possamos realmente canalizar a energia, a mobilização e as críticas que a gente tem ao atual modelo para uma superação a favor dos trabalhadores e das trabalhadoras”, diz a coordenadora.

Entre as atividades permanentes do Encontro está a exposição “Feminismo em marcha”, que acontece na Galeria Olido, no centro de São Paulo, entre os dias 25 de agosto e 29 de setembro, com projeções, fotografias e materiais históricos, que apresentam as principais ações e temáticas abordadas pelo movimento em mais de 60 países.

Para conferir a programação completa da Marcha, clique aqui.

Mais informações em: http://marchamulheres.wordpress.com/

FEMINISMO AVANZA PARA CAMBIAR EL MUNDO

Entre los días 25 y 31 de agosto en la ciudad de Sao Paulo, ocurrirá el 9ª Encontro Internacional da Marcha Mundial das Mulheres donde se discutirá la actual coyuntura del feminismo en América Latina.
Entre los días 25 y 31 de agosto, Brasil recibirá, por primer vez, el Encontro Internacional da Marcha Mundial das Mulheres. Con el tema “Feminismo en Marcha para Mudar o Mundo”, la 9ª edición del encuentro pretende reunir activistas feministas de alrededor de 40 países en una maratón de debates, oficinas y actividades culturales en el “Memorial da América Latina”, en Sao Paulo.
El combate al machismo, la autonomía sobre el cuerpo y la auto-organización de las mujeres serán algunos de los temas a debatir entre las más de mil activistas que deben llegar hasta el encuentro. El día 31, último día del encuentro, las mujeres realizarán una gran movilización en las calles de la capital paulista.
La Marcha, realizada cada dos años, ya fue realizada en países como Quebec, índia, Uganda, China y Perú. “Este encuentro tiene varios sentido para nosotras; por ejemplo cerrará el mandato de Brasil al frente del secretariado internacional de la Marcha”, comenta Nalu Faria, coordinadora de la Marcha y de la “Sempreviva-Organização Feminista – SOF” en Sao Paulo.
Entre las propuestas de la Marcha también esta la promoción de un intercambio entre las experiencias de la lucha feminista en varios países por el mundo. Según Nalu, es un momento de explicar mejor cuál es el proceso en América Latina, ya que en los países en que la Marcha está organizada existe una idea de que aquí se vive una coyuntura diferente a la de otros continentes, con la posibilidad de construir una alternativa para los desafíos del feminismo.
“El Brasil – que vivió estas movilizaciones tan emblemáticas – genera para nosotras de los movimientos sociales en general, y para nosotras del feminismo y de la Marcha, en particular, que debemos pensar realmente en lo que son los desafíos de esta coyuntura para que podamos realmente canalizar la energía, la movilización y las críticas que la gente tiene hacia el actual modelo para la superación a favor de los trabajadores y de las trabajadoras”, dice la coordinadora.
Entre las actividades permanentes del Encuentro está la exposición “Feminismo em marcha” que se llevará a cabo en la Galería Olido, en el centro de Sao Paulo, entre los días 25 de agosto y 29 de septiembre, con proyecciones, fotografías y materiales históricos, que representan las principales acciones y temáticas abordadas por el movimiento en más de 60 países.
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