POR UMA NOVA MÍDIA

No Rio de Janeiro, a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) realizou nesta terça-feira (13/08) debate sobre democratização da mídia.

Carina Santos/ Memória Latina

Texto e fotos: Carina Santos

A grande mídia ainda está nas mãos do capital. Mas a organização popular continua na histórica trincheira por uma outra comunicação. A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) realizou nesta terça-feira, 13/08, um debate sobre a democratização da mídia. Estudantes, jornalistas, pesquisadores e militantes debateram sobre os desafios e o horizonte de um novo modelo de comunicação para o país. As marcas que deixam o discurso hegemônico, o monopólio midiático, a criminalização dos movimentos sociais foram alguns dos temas discutidos durante o encontro. Além disso, o espaço proporcionou a troca de resistências entre os meios que já “desafiam Roma” e ousam inventar um jornalismo livre, independente e popular, em que a realidade do povo não seja submetida à manobra política e às cifras do mercado.

O evento foi promovido pela Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e Direitos Humanos da ABI. Três mesas provocaram o debate sobre a importância de uma nova mídia: “A ditadura do discurso único”, “Comunicadores livres e independentes” e “PLIP pela democratização da mídia”. Militantes de diversos movimentos e coletivos compartilharam reflexões e práticas neste espaço Núcleo Piratinga de Comunicação, Núcleo Barão de Itacaré, Brasil de Fato, a chapa eleita para o Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro, entre outros coletivos e movimentos que abraçam e fortalecem a luta por uma mídia popular.

 

POR UNA NUEVA PRENSA

En Rio de Janeiro, la Associação Brasileira de Imprensa (ABI), debate sobre la democratización de la prensa.
Los grandes medios aún están en las manos del capital, pero la organización popular continúa en la histórica trinchera por hacer otra comunicación. La Associação Brasileira de Imprensa (ABI) realizó este martes, 13/08, un debate sobre la democratización de los medios. Estudiantes, periodistas, investigadores y militantes debatieron sobre los desafíos y el horizonte de un nuevo modelo de comunicación para el país.  Las marcas que dejó el discurso hegemónico, el monopolio mediático, la criminalización de los movimientos sociales fueron algunos de los temas discutidos durante el encuentro. Además de eso, el espacio propicio el intercambio de resistencias entre los medios que ya “Desafían Roma” y osan inventar un periodismo libre, independiente y popular, en que la realidad del pueblo no sea subestimado a la maniobra política y a las cifras del mercado. 
 
El evento fue promovido por la Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e Direitos Humanos da ABI. Tres mesas dieron inicio al debate sobre la importancia de una nueva presa: “La dictadura del discurso único”, “Comunicadores libres e independientes” y “PLIP por la democratización de los medios”. Militantes de diversos movimientos y colectivos compartieron reflexiones y prácticas en este espacio del Núcleo Piratininga de Comunicação, Núcleo Barão de Itacaré, Brasil de Fato y el nuevo conglomerado electo para el Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro y otros colectivos y movimientos que abrazan y fortalecen la lucha por una prensa popular.

 

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