AMEAÇADOS POR UMA COPA DO MUNDO

Indígenas de várias etnias presentes na Cúpula dos Povos fizeram o “Abraço contra a Remoção da Aldeia Maracanã”, que tem sua história ameaçada por obras para a Copa de 2014. 

Por toda a história desse país, um povo teve negada a sua identidade pelo poder público e pela mídia. Os índios, que sofrem um processo de genocídio desde a colonização pelos portugueses, teve a sua população reduzida ao extremo e sobrevivem a partir de sua resistência, característica que esse povo conquistou através de seus antepassados. A aldeia Maracanã, que fica no bairro de mesmo nome na cidade do Rio de Janeiro, sofre o grande risco de ter sua tradição e a sua ligação com a terra interrompidas em favor das obras no Estádio do Maracanã, para a Copa de 2014.

Com seu centro histórico localizado ao lado do Estádio, o Governo do Rio decretou a demolição do prédio para que no local, sejam construídos ou um estacionamento ou um shopping. Em produção colaborativa e independente,  a jornalista Luciana Lima e o designer Bruno Chaudière, que já integraram o Coletivo Tatuzaroio, acompanharam o ato que abraçou simbolicamente o território da aldeia, em favor da manutenção das tradições, contra a mercantilização da vida e dos bens comuns, por nossa história.

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