MOVIMENTOS TOMAM AS RUAS DO RIO

Dia de Mobilização Global na Cúpula dos Povos leva mais de 80 mil pessoas às ruas do Rio, em dois atos realizados em diferentes pontos da cidade.

MAIS DE 80 MIL VÃO ÀS RUAS EM ATO CONTRA A ECONOMIA VERDE

Texto: Fran Ribeiro

Tradução : Thiare Valenzuela

Em convergência com as vontades da Mãe Terra, mais 80 mil pessoas – número de acordo com o divulgado pela organização -, saíram às ruas da cidade do Rio de Janeiro, na companhia da chuva em dois grandes atos que aconteceram nesta quarta-feira (20), dia de Mobilização Global na Cúpula dos Povos na Rio+20.

Logo no início da manhã, 50 ônibus levaram quase 3 mil pessoas até a Vila Autódromo, que fica na Zona Oeste da cidade. Lá, eles se encontraram com as mais de 900 famílias que estão ameaçadas de deslocamento forçado, de perderem sua moradia, para que as obras para as Olímpiadas de 2016 possam engessar uma cidade que já está vendida às corporações e às megaobras.

Reunidos desde a noite de terça-feira (19), militantes de diversas entidades, movimentos sociais, populares, étnicos, religiosos, sindicais, juventudes, e feministas iniciaram a vigília que antecedia a mobilização na Vila. Já na manhã da quarta-feira, o ato seguiu em direção a Jacarepaguá, onde fica localizado o Riocentro, local em que Chefes de Estado que participam do acordo para estabelecer a Economia Verde como nova proposta para o desenvolvimento sustentável, decidiam o futuro do Planeta através da resolução tirada na Rio+20. A poucos quilômetros do Parque dos Atletas, a ponte que liga a Vila Autódromo ao Riocentro estava blindado por militares do Exército, Força Nacional e até do BOPE. Com grades de proteção nas duas vias da ponte, a polícia bloqueou o percurso do ato.

No início da tarde, um dos momentos mais marcantes até agora na Cúpula dos Povos. Segundo o relato de militantes mais antigos, há mais de 10 anos que a cidade do Rio de Janeiro não via um potencial de mobilização como o que ocorrera. Mais de 50 mil pessoas tomaram às ruas do Centro carioca. Da Avenida Rio Branco, desde a Candelária até a Cinelândia, as duas vias que diariamente param por conta do fluxo intenso de veículos, foi ocupada pelos povos. O segundo ato, convocado pelo Grupo de Articulação Global, protestou contra a mercantilização da vida e pela defesa dos bens comuns.

80 MIL PERSONAS MOVILIZADAS EN CONTRA DE LA ECONOMÍA VERDE

A pesar de las condiciones climáticas, más de 80 mil personas –número entregado por la Organización Oficial de la Cúpula de los Pueblos -, salieron a las calles de la Ciudad de Rio de Janeiro, dándole vida, este miércoles 20 de junio, a la Movilización Global en contra respuesta a la Rio+20.

Ya desde la noche del día martes 19, cerca de 3 mil personas, militantes de diversas entidades y movimientos sociales, iniciaron una vigilia que antecedía a la movilización hacía la Vila Autódromo. Lugar donde se trasladaron a primeras horas el día 20, en 50 autobuses, para reunirse con más de 900 familias que corren el peligro de perder sus hogares; debido al desplazamiento forzado, que se está llevando a cabo en la Zona Oeste de la Ciudad para la adecuación de las nuevas insfraestructuras para los Juegos Olímpicos del 2016.

Luego de este encuentro, toda la multitud se traslado en dirección a Jacarepaguá, lugar donde está localizado “Rio Centro”, sitio donde se encuentran reunidos los Jefes de Estado para discutir las bases de la política: “Economía Verde: desarrollo sostenible”, cuyos lineamientos serán establecidos a partir de Rio+20. Dicha movilización civil fue blindado desde sus inicios: por militares del Exército do Brasil, la Força Nacional y hasta el Batalhão de Operações Especiais, BOPE.

Según la opinión de los militantes más antiguos dentro lo que son los Encuentros de los Pueblos, hace más de diez años que en la ciudad de Rio de Janeiro no se veía una concurrencia como ésta para una movilización. Más de 50 mil personas fueron las que se tomaron las calles del Centro carioca; desde la Candelária hasta Cinelándia, ocupada totalmente por los Pueblos. El segundo acto y finalizador de la jornada de manifestaciones, fue el convocado por el Grupo de Articulación Global, protestando contra la mercantilización de la vida y por la defensa de los bienes comunes.

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